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tratamento de hanseníase aumenta em Porto Velho
tratamento de hanseníase aumenta em Porto Velho

15/05/2013 12h52 - Atualizado em 15/05/2013 12h59

Busca por tratamento de hanseníase aumenta em Porto Velho, diz prefeitura

Dados apontam que entre 2011 e 2012 houve um aumento de 78%.
Seminário de capacitação profissional acontece até o dia 17 deste mês.

 

Halex Frederic Do G1 RO

 
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De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), entre 2011 e 2012, houve aumento de 78% de pessoas que buscaram tratamento pela primeira vez, em Porto Velho. Em 2011, a Semusa contabilizou 106 casos e em 2012, 136. A coordenadora municipal de saúde, Valmira Rocha, informou que todas as unidades básicas de saúde da cidade dispõem de tratamento gratuito contra a hanseníase. Até o dia de 17 de maio é realizado um seminário na  capital para capacitar novos profissionais no combate à doença.

Só em 2013, até o final de abril, a capital teve 11 registros de pessoas com a hanseníase e que buscaram tratamento pela primeira vez, além dos 137 pacientes que começaram o tratamento em 2012. Para Valmira, esta elevação nos números de registros significa maior acesso à informação das pessoas em relação a doença. “Ainda tem muita gente que confunde hanseníase com pano branco e acha que tomando medicação caseira resolverá o problema”, comenta.

Os sintomas da hanseníase podem demorar de três a cinco anos para desenvolver no organismo do paciente infectado. Valmira explica que muitas vezes a doença está em estado latente e por isso os sinais da doença podem demorar até sete anos para aparecer.

Segundo a coordenadora de saúde, todas as unidades médicas básicas do município, incluindo os distritos, estão preparadas, com profissionais especializados, para atender os casos. O atendimento e o tratamento com os remédios são gratuitos. Valmira explica que o Ministério da Saúde disponibiliza o medicamento para o poder público estadual, que repassa para o município.

O paciente inicia o tratamento tomando uma dose do remédio específico, no momento em que é constatada com a doença. Em seguida recebe o kit de remédios, por mês, gratuitamente. O tratamento pode variar de 6 meses a 1 ano, dependendo da quantidade de bacilos que o paciente tem no organismo.

“É muito importante que as pessoas mantenham o tratamento. É uma doença perigosa que pode deixar sequelas como deformidades e incapacidades físicas”, relata a coordenadora.

Um seminário acontece na capital até o dia 17 deste mês voltado para a capacitação de profissionais ligados às unidade básicas de saúde em combate a hanseníase. O evento acontece das 8h às 12h e entre 14h e 18h, na Faculdade de Ciências Administrativas e de Tecnologias (Fatec), na Avenida Jorge Teixeira com Avenida Migrantes, na capital.

 

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