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Marcelo Auler e a lama da Lava-Jato

Marcelo Auler e a lama da Lava-Jato, esquecida pela imprensa

grampo

Quem é jornalista no Rio de Janeiro sabe disso: se o repórter  Marcelo Auler se dispõe a investigar alguma coisa, ele vai fundo e sem medo.

Ontem, ele publicou algo que os nosso atual “jornalismo investigativo” –  feito à base do vazamentos de  policiais e de procuradores da Lava-Jato, que naturalmente contêm a versão que lhes interessa – não faz: mergulhar nas entranhas do jogo de poder, vaidades e sabe-se lá do que mais que se instalou, em Curitiba, no lado escuro dos holofotes da notoriedade dos homens que dizem estar “salvando o Brasil”.

É a história do “grampo que não grampeava” colocado na cela de Alberto Youssef, desde sua chegada à carceragem da PF.

Trabalho meticuloso e prudente, que não se preocupa em acusar, mas em esquadrinhar todos os elementos sórdidos desta história.

Lava Jato revolve lamaçal na PF-PR

Marcelo Auler

Ao mesmo tempo em que a Operação Lava Jato desvenda, como jamais fizeram nesse país, velhos esquemas de corrupção que sempre nortearam as relações de grandes empresas com governos e políticos – independentemente de coloração partidária –, também revolve um lamaçal no qual a Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal no Paraná  (SR/DPF/PR) e alguns de seus policiais poderão se atolar.

As disputas, seja pelo poder ou motivadas por vaidades pessoais, que a grande imprensa tem deixado de lado, serão expostas de forma ampla na próxima semana (24 a 28 de agosto) quando alguns de seus protagonistas se apresentarem à CPI da Petrobras, na Câmara dos Deputados.

Reprodução

Tais desentendimentos tendem a se acirrar com a confirmação de pelo menos uma das muitas denúncias contra a atual administração da SR/DPF/PR e os delegados da Força Tarefa da Operação Lava Jato.

Ofício encaminhado à CPI da Petrobras pelo delegado Alfredo José de Souza Junqueira, coordenador de Assuntos Internos (Coain) da Corregedoria do DPF, confirma o que muitos já diziam há tempos: o grampo encontrado, em abril passado, na escada da superintendência, usada como fumódromo, não teve autorização judicial. (veja ao lado) Portanto, é ilegal.

A Coain investiga ainda o grampo achado em abril de 2014, na cela do doleiro Alberto Youssef, preso na primeira fase da Operação Lava Jato que hoje contabiliza 18 operações.

O que se tenta descobrir é se ele estava ou não ativado, pois já se sabe que não existia autorização do juízo para o seu uso.

Oficialmente, com base na sindicância 04/2014, presidida pelo delegado Maurício Moscardi Grillo (chefe do Grupo de Investigações Sensíveis – GISE), a superintendência diz que o aparelho localizado na cela era antigo e não funcionava. O resultado desta investigação interna foi acatado pelo Ministério Público Federal e pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal, onde tramitam os processos da Lava Jato na 1ª instância. Mas ele é contestado por muitos policiais.

Continue lendo no blog do Auler.