Collor terá que conviver com Amir Lando

Mudança – Collor terá que conviver com a presença de Amir Lando em Brasília

 

 

quem deverá voltar á cena política é o ex-senador e ex-ministro da Previdência Amir Lando, também do PMDB.

Collor terá que conviver com a presença de Amir Lando em Brasília

Amir Lando: a velha raposa esta voltando

Com varias passagens pelo poder publico tanto no cenário estadual quanto no nacional a velha raposa da política poderá voltar aos holofotes do congresso nacional, Amir Lando uns dos fundadores do PMDB ficou conhecido internacionalmente pela o evento que cassou mandato do então presidente da republica Collor de Melo,Amir poderá ocupar a vaga do deputado federal condenado a 13 anos de prisão Natan Donadom PMDB. Lando foi relator da proposta de cassação do mandato do ex presidente Color após uma histórica mobilização de estudantes do terceiro grau conhecida como a revolta dos caras pintadas

Amir que já era considerado bilhete corrido na política Rondoniense após uma votação pífia nas eleições de 2010 deve ocupar uma vaga na câmara federal guindado pela expressiva votação da deputada Marinha Raupp também do PMDB.

Amir foi o único político Rondoniense a ocupar um ministério em Brasília foi ministro da previdência social no governo Lula.

Conheça mais sobre esta figura ilustre que possivelmente representara Rondônia em Brasília

Amir Lando (Piratuba santa Catarina , 25 de abril de 1944) é um político brasileiro com base em Rondônia.

Em 1982, foi eleito deputado estadual. Em 1986, foi eleito suplente do senador Olavo Pires. Assumiu a vaga de senador em 1990, quando o titular Olavo Pires faleceu. Em 1992, foi escolhido relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o escândalo de corrupção envolvendo o então presidente Fernando Collor de Mello e seu tesoureiro da campanha eleitoral, Paulo César Farias, também conhecido como “P.C. Farias”. Esta CPI ficou conhecida como “CPI do P.C.”, e resultou no pedido de impeachment do presidente Collor.

Em 1994, candidatou-se ao senado, ficando em terceiro lugar. Em 1998, foi eleito senador pelo PMDB. Em 2005, em meio à suspeita de compra sistemática de votos que ficou conhecida como Escândalo do Mensalão, acabou sendo escolhido para presidir a CPMI do Mensalão e da Compra de Votos, que deveria investigar quais parlamentares receberam o dinheiro do esquema e – também – a suposta compra de votos para aprovação da emenda constitucional da reeleição. No entanto, esta CPMI acabou encerrada sem a aprovação de um relatório final.

Em 2006, Amir Lando foi relator da CPMI das Sanguessugas, que investigou o envolvimento de parlamentares com a Máfia das Ambulâncias. No mesmo ano concorreu ao governo de Rondônia. Ficou em quarto lugar com 44.155 votos. Foi apresentado no dia 26 de janeiro de 2011 uma denúncia contra o ex-presidente Lula e seu ex-ministro da Previdência Social Amir Lando por improbidade administrativa. No dia 22 de fevereiro do mesmo ano, veio a divulgação de que o Ministério Público Federal no Distrito Federal teria entrado com ação tendo como acusação de que ele e seu ministro teriam usado a máquina pública para promoção pessoal e a fim de favorecer o Banco BMG. As supostas irregularidades ocorreram entre outubro e dezembro de 2004.[1][2]

Euzebio Lopes DRT 1095-RO

Fonte:Vejanoticia

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